A persistência de violência contra a mulher no Brasil
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A persistência de violência contra a mulher no Brasil
O mundo hoje é conturbado por intensas relações sociais. No Brasil, verificou-se um grande aumento dessas pelo rápido crescimento econômico ocorrente no país na década de 30, reverberado pela Era Vargas e pelo aumento considerável da população. No entanto, percebe-se que nos últimos anos essas relações têm mudado de vertente, passando de intensas para abusivas ou até mesmo violentas, principalmente no que diz respeito às mulheres, o que torna isso algo preocupante, provando assim, que a sociedade atual não é tão desenvolvida quanto parece.
Nos dias atuais, é extremamente comum vermos, em titulações públicas de imprensa, o quanto o corpo social brasileiro se desenvolveu tecnologicamente, a ponto de criar grandes engenhos e estruturas que até tempos atrás eram inimagináveis, permitindo mútuo acesso à troca de informações e divesas formas de relacionamentos.
Porém, analogamente, o desenvolver tecnológico e intelectual que se instaurou nos brasileiros não ocorreu nos senso crítico dos mesmos quando o assunto é a violência contra a mulher, pois há ainda, mesmo com todo avanço citado, inúmeros casos de atos violentos cometidos ao gênero feminino, que dentre os quais estão, além da inaceitável violência doméstica, assassinatos perversos feitos a esse percentual da população por puro preconceito machista, que acontecem mesmo como uma lei em vigor, a Maria da Penha, que criminaliza qualquer ato doloso acarretado ao gênero em questão, aclarando, desta forma, que o problema em si não está na legislação, mas sim na persistência irracional existente nos brasileiros de não possuir respeito para com a lei e, pior ainda, à mulher.
Infere-se, portanto, a necessidade imediata da instalação de uma nova visão crítica nos brasileiros, para que ocorra maior igualdade de gênero e menos descaso da população feminina. Outrossim, torna-se totalmente cabível uma grande mudança nos âmbitos estatais, educacionais e familiares, para que se consolide desde muito cedo a ideia de que a persistência não deve ocorrer na prática de volência e sim na luta contra ela.
Nos dias atuais, é extremamente comum vermos, em titulações públicas de imprensa, o quanto o corpo social brasileiro se desenvolveu tecnologicamente, a ponto de criar grandes engenhos e estruturas que até tempos atrás eram inimagináveis, permitindo mútuo acesso à troca de informações e divesas formas de relacionamentos.
Porém, analogamente, o desenvolver tecnológico e intelectual que se instaurou nos brasileiros não ocorreu nos senso crítico dos mesmos quando o assunto é a violência contra a mulher, pois há ainda, mesmo com todo avanço citado, inúmeros casos de atos violentos cometidos ao gênero feminino, que dentre os quais estão, além da inaceitável violência doméstica, assassinatos perversos feitos a esse percentual da população por puro preconceito machista, que acontecem mesmo como uma lei em vigor, a Maria da Penha, que criminaliza qualquer ato doloso acarretado ao gênero em questão, aclarando, desta forma, que o problema em si não está na legislação, mas sim na persistência irracional existente nos brasileiros de não possuir respeito para com a lei e, pior ainda, à mulher.
Infere-se, portanto, a necessidade imediata da instalação de uma nova visão crítica nos brasileiros, para que ocorra maior igualdade de gênero e menos descaso da população feminina. Outrossim, torna-se totalmente cabível uma grande mudança nos âmbitos estatais, educacionais e familiares, para que se consolide desde muito cedo a ideia de que a persistência não deve ocorrer na prática de volência e sim na luta contra ela.
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